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Um novo relatório estima que de 50 a 80% da população cristã que vivia no Iraque e Síria emigrou desde 2011, quando a guerra na Síria começou.

Depois, a chegada do Estado Islâmico (EI) na região fez com que muitos experimentassem a perda em todos os setores da vida e sentissem insegurança em relação ao seu futuro no país. Muitos já se estabeleceram em outras nações e há pouco incentivo para que retornem à sua terra natal. Em recentes entrevistas, muitos afirmam que o Oriente Médio não é mais lugar para cristãos.

Três anos se passaram depois que o EI assumiu o controle de Mossul, cidade iraquiana. Nesta semana, dezenas de civis morreram tentando fugir da cidade, entre eles mulheres e crianças. As forças iraquianas seguem apertando o cerco contra o grupo extremista, que resiste dentro do centro histórico da cidade (Mossul). O cenário é de devastação, violência e conflitos. "Outras cidades historicamente cristãs foram destruídas quase que completamente, nas planícies de Nínive, no norte do Iraque; as taxas de inflação estão altas e não há muitos empregos, nem escolas", diz o relatório.

O Líbano teria recebido a maioria dos cristãos, enquanto outros milhares se deslocaram para Jordânia e Turquia, e um número menor em países europeus, como Suécia e Alemanha. No entanto, "as recentes mudanças nas políticas, bem como as condições de vida, tornaram a chegada ou permanência em muitos desses países, como a Suécia, muito difícil", conclui o relatório.

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Fonte: World Watch Monitor